Desratização

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Desentupidora Porto Alegre

Desratização Porto Alegre

Construsul Desratizadora Porto Alegre

Construsul Desratizadora Porto Alegre: Desratização. Conte com Nossa Empresa Desde 1980 em todo o Rio Grande do Sul e Grande Porto Alegre. 

Ligue Direto: 3094-2083

Email: construsulportoalegre@hotmail.com


Descupinizadora Porto Alegre

A Construsul Desratizadora Porto Alegre é uma empresa especializada em dedetização, no combate de ratos e controle de pragas urbanas. Nosso departamento de controle de pragas urbanas realiza serviços de desratização em Porto Alegre utilizando produtos de renomados laboratórios, equipamentos modernos e cumprindo rigorosamente as normas de segurança para esta atividade.

Estamos preparados nos serviços de desratização para por fim em ratos, camundongos, ratazanas, rato de telhado, ETC. Visando a segurança e tranqüilidade de nossos clientes, os produtos possuem baixa toxicidade para o homem, aves e animais domésticos, o que descarta a possibilidade de longos períodos de ausência dos locais imunizados.

A Construsul Desratizadora Porto Alegre trabalha com técnicos capacitados e modernas técnicas de combate a roedores. Saiba mais sobre desratização: O ambiente urbano propicia uma série de condições para a sua ocupação por animais considerados pragas.

Estas aproveitam a oferta de abrigo e alimento, assim como a baixa taxa de controle natural, para crescerem e trazerem uma série de riscos, prejuízos e desconfortos às populações humanas. Entre os riscos está a transmissão de doenças, pois atuam tanto como vetores mecânicos, os quais apenas transportam o agente causador da doença (ex: formigas e baratas), como vetores biológicos, que são aqueles onde partem do ciclo do agente patogênico ocorre (ex: dengue no mosquito Aedes aegypti).

Se formos buscar na história da humanidade, encontraremos inúmeros exemplos de pragas urbanas que foram responsáveis por altos índices de mortalidade. A Peste Bubônica, transmitida por pulgas que se contaminavam com a bactéria Yersinia pestis alojada em ratos (Rattus rattus), assolou a Europa no século XIV e dizimou cerca de 75 milhões de pessoas.

Este número equivalia a cerca de 1/3 da população européia da época. Mesmo hoje, encontramos vários surtos epidêmicos de doenças ligados à presença indesejável de pragas urbanas, como a leptospirose e a dengue, por exemplo.

Os prejuízos financeiros provocados por estes animais também podem ser expressivos. Quer um exemplo? É só imaginar o poder de um cupinzeiro em nossas residências ou de formigas que atacam eletrodomésticos em busca de abrigo. Ou quem sabe pensar no estrago que um simples ratinho pode fazer numa cozinha de restaurante.

Obviamente conviver com estas espécies conhecidas como sinantrópicas (aquelas que vivem próximas às habitações humanas) não é nem um pouco agradável.

E aí? O que fazer? Com certeza ações isoladas, sem um conhecimento técnico e tecnológico adequado, são pouco eficazes. Por exemplo, podemos passar um inseticida na cozinha quando vemos uma barata, mas provavelmente isto terá um caráter bastante restrito do ponto-de-vista de controle da população da praga.

Inclusive pode gerar maiores problemas, como a resistência aos inseticidas, contaminação do ambiente ou até mesmo uma intoxicação. Devemos lembrar que pragas são meramente indicadores de distúrbios/ desequilíbrios ambientais, que em sua grande maioria são causados pelo próprio homem. Não adianta pensarmos somente na sua eliminação.

Para um controle eficiente e de longo prazo temos, na verdade, é que identificar quais são os fatores que estão favorecendo sua instalação, permanência e crescimento. Com base nestes dados é possível manejar o ambiente de forma a torná-lo inapropriado.

Sendo assim, percebe-se que a principal arma para o manejo é o conhecimento. Ter noção da biologia e comportamento das pragas é essencial para a tomada de decisões na hora de aplicar métodos de controle realmente eficientes.

Neste contexto, surge como alternativa o manejo integrado de pragas urbanas (M.I.P.), que usa este conhecimento para orientar ações preventivas, corretivas e de eliminação. Muito mais do que simplesmente técnica, o M.I.P. também traz embutido em sua filosofia a responsabilidade sócio-ambiental.

A filosofia do M.I.P. foi introduzida na década de 70, buscando-se eliminar ou ao menos minimizar os impactos negativos decorrentes da aplicação das metodologias do controle de pragas ou controle integrado de pragas, baseados no uso exclusivo de agrotóxicos.

Diferentemente destas últimas, o M.I.P. busca associar métodos compatíveis que sejam economicamente viáveis, ambientalmente seguros e socialmente aceitáveis e que mantenham a população praga abaixo do seu nível econômico de dano (Metcalf & Luckman, 1982). Assim, integra métodos culturais, legislativos, biológicos, químicos, genéticos, físicos e mecânicos de manejo de pragas, dentro de contextos específicos.


Empresa de Desratização Porto Alegre

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E a desratizadora?A imagem de desratizadora como simples empresa aplicadora de venenos para o controle de pragas deve ser vista como coisa do passado. Mas, se você contratou uma empresa com este perfil, pode ter certeza de que o resultado que você obterá não será lá muito satisfatório.

A desratizadora moderna alinha o conhecimento teórico e prático sobre as pragas com tecnologias de controle que são de baixo impacto sobre a saúde do homem e do ambiente. Desta forma, têm como compromisso de garantir a qualidade de vida das populações nas cidades.

Para isso contam com profissionais altamente qualificados e experientes, capazes de identificar as espécies indesejadas e planejar programas de manejo com base nas condições locais e dentro das normas legais. Tal fato aumenta expressivamente as chances de sucesso no controle.

Nos casos onde há a necessidade do uso de inseticidas, este é realizado criteriosamente, buscando-se sempre seu uso eficiente, seguro e seletivo, diminuindo as chances de impactos negativos expressivos. Além disso, os profissionais são treinados para o correto manuseio de equipamentos e para a aplicação de substâncias com potencial tóxico.


Perguntas e Respostas sobre os Ratos

Desratização Porto Alegre

Os ratos vivem em colônias?

Sim. Apesar de existirem espécies com hábitos muito diferentes umas das outras, os ratos vivem em colônias e seu tamanho depende da disponibilidade de alimentos e abrigo.

Os ratos se acasalam?

Sim. E as fêmeas podem se acasalar com mais de um macho.

Quantas vezes os ratos se acasalam em vida?

A quantidade de vezes que os ratos se acasalam pode ser contabilizada pelo número de ninhadas por ano, que varia de 4 a 12, dependendo da espécie.

Existem locais específicos para os ratos se acasalarem?

Os ratos se acasalam na própria colônia onde também constroem seus ninhos.

Quantos filhotes de ratos são gerados em uma ninhada?

Os “ratos de esgoto” ou “ratazana” (Rattus norvegicus) e de “telhado” (Rattus rattus), os mais comuns, geram de 7 a 12 filhotes por ninhada.

Os ratos são carnívoros?

Em geral, a escolha da fonte alimentar vai depender da disponibilidade da mesma. Assim, muitos ratos são considerados onívoros, ou seja, em sua dieta podem estar presentes tanto produtos de origem vegetal quanto animal.

De que se alimentam os filhotes de rato quando nascem?

As fêmeas amamentam seus filhotes recém-nascidos até o 25º ou 28º dia, dependendo da espécie.

Do que se alimentam os ratos de telhado?

Assim como outros ratos são onívoros, contudo têm maior preferência por legumes, frutas, cereais e insetos.

Do que se alimentam os ratos de esgoto?

São onívoros e preferem se alimentar de grãos, carnes, ovos e frutas.

Do que se alimentam os camundongos?

Os camundongos (Mus musculus) têm uma preferência bem peculiar por grãos e cereais.

É verdade que os ratos de esgoto podem subir pelas tubulações e saírem pelos vasos sanitários? E quando isso pode ocorrer?

Sim. Isso pode ocorrer quando estão procurando por alimento ou abrigo, porém, hoje em dia há dispositivos instalados nos vasos sanitários que, na maioria das construções, impedem o acesso por esta via.

É verdade que um rato encontrando uma isca ou alimento não vai comê-lo imediatamente?

Sim. Eles apresentam a “neofobia”, isto é, um tipo de medo e desconfiança em relação a objetos e/ou alimentos “novos” que apareçam em seu território. Já em locais que apresentam movimento contínuo de pessoas, objetos ou mercadorias, a neofobia tende a ser menos acentuada ou inexistente.

As espécies de ratos encontradas em áreas urbanas são diferentes das presentes em áreas rurais?

Devido ao processo crescente de urbanização podemos encontrar as mesmas espécies em ambas as áreas, embora a espécie mais comum de se encontrar em áreas rurais seja o rato de telhado (Rattus rattus). Ele cultiva o hábito de viver usualmente nas superfícies altas das construções como forros, telhados, sótãos e árvores, características mais presentes ainda no ambiente rural.

Quais os perigos que os ratos causam a lavoura?

Anualmente os ratos inutilizam cerca de 4 a 8% da produção nacional de cereais, grãos, raízes, entre outros. Os perigos estão associados à possível contaminação dos alimentos produzidos na lavoura, pela urina e fezes, quando do ataque direto à lavoura, ou mesmo aos alimentos estocados e transportados de forma incorreta.

Quais as doenças transmitidas ao homem pelos ratos?

Podem ser transmissores de mais de 200 doenças e dentre as mais importantes estão a leptospirose (pela urina), o tifo ou a peste (pela pulga do rato), e outras bacterioses e viroses por contato ou mordida do animal.

Os ratos são portadores de ácaros?

Sim. Os ácaros também parasitam ratos.

Os ratos são portadores de pulgas?

Sim e a espécie mais comum é a Xenopsylla cheopsis, conhecida como “pulga do rato”.

Os perigos à saúde humana e de animais domésticos estão relacionados ao contato com a urina ou fezes dos ratos?

Tanto o contato direto com a urina quanto com as fezes representam grande perigo à saúde, assim como a mordida ou o contato com o animal, e a manipulação e a ingestão de alimentos que estejam contaminados por suas fezes, saliva, sangue ou urina.

Os ratos podem matar uns aos outros?

Sim. O número de indivíduos em uma colônia tende a ser determinado pelos fatores alimento, água e abrigo. O comensalismo dos recém-nascidos, isto é, quando ratos adultos se alimentam de filhotes, é um dos mecanismos biológicos usados para a manutenção e controle do número de indivíduos dentro de uma colônia.

Os ratos escalam paredes?

Sim. Espécies como o “rato de telhado” e o camundongo têm mais facilidade para escalar paredes que os demais.

Os ratos nadam?

Alguns sim, como o “rato de esgoto” ou “ratazana” que tem membranas interdigitais em suas patas e uma pelagem que não se deixa embeber pela água. Isso facilita sua propulsão na água e lhes proporcionam mais habilidade para nadar.

Os ratos podem destruir fiação elétrica?

Sim.

Quais as principais medidas preventivas para evitar os ratos?

Acondicionamento adequado do lixo, por exemplo, em latões tampados ou, se embalado em sacos plásticos, devem ser mantidos longe do solo e em locais mais altos enquanto aguarda-se o dia da coleta. Jardins com gramados curtos, mato cortado, reparos de estruturas como canos quebrados, buracos nas paredes e calçadas e remoção de entulhos também são medidas altamente recomendadas para impedir que sirvam de abrigo para os ratos.

Os ratos aparecem mais durante o dia ou durante a noite?

Como têm hábitos noturnos são mais vistos a noite, período em que suas atividades são mais intensas.

Quais os perigos causados ao homem quando da utilização de “chumbinho”?

O chumbinho é uma associação do agrotóxico aldicarbe e outro organofosforado. Sua utilização pode causar intoxicação, tanto para o homem quanto para os animais domésticos, podendo levar ao óbito se não tratada a tempo.

Quando não há indícios de rato num ambiente é aconselhável desratizar uma área por precaução?

Não, pois a desratização consiste na tomada de medidas que irão depender da situação das condições locais, da identificação do nível de infestação, bem como da espécie de roedor envolvida na questão.

Quais são os tipos de desratização existentes?

A desratização pode ser realiza por meio de processos mecânicos e físicos (placas adesivas, ratoeiras, armadilhas, aparelhos de ultra-som) ou químicos, onde são utilizadas substâncias denominadas raticidas (em geral, anticoagulantes, que além de serem muito eficazes a baixo custo, possuem razoáveis margens de segurança no uso).

Como se dá a morte de um rato após uma dedetização?

Os raticidas agem inibindo um dos fatores do mecanismo da coagulação sanguínea; fazendo com que o sangue do roedor não coagula mais e sua morte ocorra em decorrência de hemorragias internas iniciadas pelo próprio raticida. As ratoeiras e armadilhas têm sido inutilizadas devido a forma cruel de eliminação dos animais.

Os ratos fogem ou atacam quando estão na presença do homem, de cachorro, gatos e outros animais domésticos?

Pelo seu comportamento de “desconfiança” os ratos, em geral, fogem na presença de outros animais e mesmo do homem à sua frente.

De quanto em quanto tempo o rato defeca?

Não há um período bem delimitado, em especial, quando estão com o intestino repleto a cada 30 minutos, mas o intervalo pode ser bem menor quando sentem-se ameaçados.

O acasalamento de ratos é somente pelas mesmas espécies?

Sim.

É verdade que os ratos memorizam os locais por onde passam?

Sim. Eles constroem caminhos para ter fácil acesso à comida e ao abrigo e se familiarizam rapidamente a eles. O odor também é um componente auxiliar importante para promover o reconhecimento de seu abrigo e de indivíduos pertencentes à mesma colônia.


Construsul Desratização Porto Alegre

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